19 set de 2025
Algodão – ICL apresenta biofertilizante com foco em redução de estresse térmico aos principais produtores e consultores de algodão da Bahia

Chegada de nova tecnologia reforça o compromisso da empresa com a cotonicultura brasileira e marca um passo estratégico no fortalecimento de seu portfólio para culturas-chave, oferecendo uma tecnologia que irá ajudar o produtor a proteger sua lavoura contra os estresses climáticos em campo e evitar as perdas de produtividade

São Paulo, 19 de setembro de 2025 – Depois de ciclos promissores em culturas como café e mais recentemente citros, um biofertilizante de base orgânica que vem ganhando espaço no mercado agora passa a ser utilizado também em lavouras de algodão. A expansão para a nova cultura, apresentada ontem pela ICL no Cotton Expert Club, evento anual da empresa que tem por objetivo levar conhecimento sobre fisiologia e nutrição da cultura do algodão e que nesta edição, em Luís Eduardo Magalhães (BA), reuniu clientes e consultores de algodão do Estado, reforça o potencial do produto como ferramenta de manejo sustentável, com benefícios que vão além da produtividade.

Em áreas de café, Keep Green registrou aumento médio de produtividade na casa dos 23% e melhora visível na redução do aspecto de escaldadura das plantas. No caso dos citros, os protocolos de pesquisas revelaram incremento de 89,3% em produtividade, além de ganhos na qualidade dos frutos, especialmente em períodos de estresse térmico – alcançando até 1.104 caixas por hectare.

A introdução no algodão começa em áreas comerciais localizadas no Mato Grosso e Oeste da Bahia, com acompanhamento técnico de pesquisadores e engenheiros agrônomos de consultorias destaques da cultura. A expectativa é validar em campo os mesmos efeitos positivos já observados em outras culturas — com foco na potencialização da fotossíntese, resposta metabólica das plantas e resiliência ao estresse ambiental.

“O algodão é sensível ao estresse térmico, especialmente em temperaturas elevadas, que podem afetar negativamente o desenvolvimento da planta e a qualidade da fibra. Por isso, toda tecnologia que consiga melhorar a eficiência fisiológica da lavoura, contribuindo para a redução de perdas em qualidade e rendimento, ganha relevância”, afirma dra. Maria Gabriela Lanza, gerente de Produtos Foliares da ICL.

Classificado como biofertilizante pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Keep Green age de forma indireta sobre o metabolismo vegetal, otimizando processos de absorção de luz pelas folhas e translocação de fotoassimilados.

Além do desempenho técnico, o avanço desse tipo de tecnologia se conecta com a agenda ESG do agronegócio — especialmente em setores como o algodão, onde as exigências por rastreabilidade e boas práticas ambientais são cada vez mais rígidas, tanto para o mercado interno quanto para exportação.

“O algodão é estratégico para a agricultura brasileira, com grande relevância econômica e social — e o Oeste da Bahia se destaca como uma das principais regiões produtoras, com enorme potencial de expansão e aumento de produtividade. Por isso, avaliamos cuidadosamente a viabilidade do Keep Green Algodão para fortalecer a competitividade e a sustentabilidade da cotonicultura nacional. Mais do que produtividade, essa tecnologia inovadora apoia o produtor na prevenção dos impactos dos estresses climáticos, garantindo qualidade e o máximo potencial produtivo das lavouras”, destaca Lucieli Leolato, gerente de Desenvolvimento de Mercado da ICL.

Tecnologia fisiológica para mitigar estresses abióticos

Composto por ativos de origem natural e inspirado nos princípios da Biomimética, Keep Green atua diretamente na fisiologia da planta, aumentando a concentração de clorofila, a taxa fotossintética e a abertura dos estômatos — o que melhora a regulação térmica das folhas e reduz o estresse oxidativo causado pelo excesso de radiação solar. O resultado prático é uma planta mais verde, mais produtiva, com maior retenção de maçãs, aumento de qualidade de fibras e rendimento.

Além da formulação inédita no Brasil, a solução se destaca por sua aplicação simples e efeito fisiológico duradouro e residual durante os meses de maior estresse nas plantas. Os ensaios em algodão no Oeste da Bahia revelaram resultados surpreendentes, com incrementos de rendimento de até 17,55% na produtividade da cultura do algodão. Atualmente, estão sendo desenvolvidos cerca de 40 campos em todo Brasil, que correspondem a uma área de mais de 400 mil ha impactados para a disseminação da tecnologia.

Investimento em P&D para avanços em nutrição e fisiologia

O desenvolvimento de Keep Green levou mais de cinco anos de pesquisas e R$ 6 milhões em investimentos para o seu lançamento. Para outras culturas, como o algodão, foram mais três anos e um aporte anual de cerca de R$ 1 milhão – reforçando seu compromisso global com a inovação em nutrição e fisiologia vegetal, apenas em 2025, a ICL está investindo US$ 73 milhões em P&D no mundo, um crescimento de 10% em relação ao ano anterior.

A tecnologia estará disponível para todo o Brasil para a safra de algodão de 2025/2026.

Sobre a ICL

ICL Group Ltd. é uma empresa global de origem israelense líder em minerais especializados, que desenvolve soluções impactantes para os desafios de sustentabilidade da humanidade nos mercados de alimentos, agricultura e indústria. Utiliza seus recursos exclusivos de bromo, potássio e fosfato, sua força de trabalho profissional global e sua P&D focada em sustentabilidade e recursos de inovação tecnológica para impulsionar o crescimento da empresa em seus mercados finais. A empresa emprega mais de 12,5 mil pessoas em todo o mundo e sua receita em 2024 totalizou aproximadamente US$ 6,8 bilhões. Suas ações são listadas duplamente na Bolsa de Valores de Nova Iorque e na Bolsa de Valores de Tel Aviv (NYSE e TASE: ICL).

A ICL atua no Brasil, de diferentes formas, desde a década de 1960, oferecendo um portfólio completo de soluções para atender às necessidades de agricultores e clientes industriais. São fertilizantes de eficiência aprimorada e de liberação gradual, micronutrientes para solo e foliares, macronutrientes secundários, ação fisiológica, tratamento via sementes, adjuvantes e produtos biológicos. A empresa controla também as marcas Aminoagro e Dimicron. Na área de Food and Phosphate, produz ácido fosfórico purificado, fosfatos para uso industrial e alimentício e misturas de ingredientes e aditivos alimentícios. Com 11 unidades de produção e quatro centros de inovação, onde conduz pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias, a ICL soma 1,8 mil colaboradores no País.

Fonte: ioeste

Oferecimento:

77 9 9926-6484 / 77 9 9979-1856