O trecho conecta o Piauí ao porto do Pecém, no Ceará, e é finaciado pelo Banco. Em janeiro, o projeto recebeu R$ 400 milhões. Agora, outros R$ 600 milhões tiveram o repasse autorizado. Ao todo, já foram financiados pelo BNB cerca de R$ 7,4 bilhões desde 2010.
O presidente Lula afirmou que o projeto da Transnordestina deve impactar a economia do semiárido com geração de emprego ao longo da estrada de ferro, atraindo novos negócios nas cidades do Piauí, Ceará e Pernambuco. “Essa ferrovia é muito importante pro desenvolvimento, mas esse desenvolvimento tem de trazer melhoria de vida para o povo”, diz.
O presidente do BNB, Paulo Câmara, comenta que esse impacto esperado será percebido em novas empresas se instalando na região. “O transporte de insumos e da produção entre os centros industriais e comerciais, chegando até o Porto do Pecém, deve reduzir de forma significativa os custos das empresas, além de atrair novos investimentos. O resultado de toda essa conta é produtos mais acessíveis à população e mais empregos gerados”, afirma.
Os executivos percorreram parte da ferrovia no trem que, segundo a Transnordestina Logística S/A (TLSA), deve iniciar, ainda este ano, o escoamento de grãos do Piauí até o porto seco de Iguatu.
Os recursos são oriundos dos fundos Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) e de Investimentos do Nordeste (Finor), geridos pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e operados pelo BNB.
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IMPRENSA – Banco do Nordeste
