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	<title>Brasil &#8211; Ioeste</title>
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	<description>O seu portal de notícias no Oeste da Bahia.</description>
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		<title>Em junho, Valor Bruto da Produção Agropecuária é estimado em R$ 1,4 trilhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ioeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 19:16:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Soja, bovinos, milho, cana-de-açúcar e frangos concentram a maior participação no indicador O levantamento mensal do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) aponta que, em junho, o indicador foi estimado em R$ 1,4 trilhão. Do total, R$ 893,1 bilhões correspondem ao faturamento da lavoura, segmento responsável por 64% do VBP. A pecuária representa R$ 511,1 bilhões, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Soja, bovinos, milho, cana-de-açúcar e frangos concentram a maior participação no indicador</h1>
<h1>O levantamento mensal do <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/politica-agricola/valor-bruto-da-producao-agropecuaria-vbp" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP)</a> aponta que, em junho, o indicador foi estimado em R$ 1,4 trilhão.</h1>
<h1>Do total, R$ 893,1 bilhões correspondem ao faturamento da lavoura, segmento responsável por 64% do VBP. A pecuária representa R$ 511,1 bilhões, equivalente a 36% do valor estimado. O VBP mede o faturamento da produção agropecuária dentro dos estabelecimentos rurais.</h1>
<h1>Entre os produtos e atividades com maior participação no indicador, a soja apresenta valor estimado de R$ 335,8 bilhões. Na sequência, estão bovinos (R$ 249,5 bilhões), milho (R$ 155,3 bilhões), cana-de-açúcar (R$ 108,7 bilhões) e frangos (R$ 107,3 bilhões). Em conjunto, esses itens correspondem a 68,3% do VBP nacional.</h1>
<h1>A soja representa 23,9% do valor total estimado, enquanto a bovinocultura responde por aproximadamente 17,5% do indicador.</h1>
<h1>No recorte por unidades da Federação, Mato Grosso apresenta o maior valor estimado, com R$ 213,5 bilhões, o equivalente a 15,2% do total. Em seguida aparecem Minas Gerais, com R$ 167,8 bilhões (12%), e São Paulo, com R$ 158,4 bilhões (11,3%).</h1>
<h1><strong>CÁLCULO</strong></h1>
<h1>O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) é calculado mensalmente com base nas estimativas de produção e nos preços recebidos pelos produtores rurais. Os valores referentes a 2026 são preliminares e consideram as informações disponíveis até maio de 2026.</h1>
<h1><strong>Informações à imprensa</strong><br />
imprensa@agro.gov.br</h1>
<h1>Fonte: Mapa</h1>
<h1>Oferecimento:<a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-scaled.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141638" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-scaled.jpg" alt="" width="1811" height="2560" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-scaled.jpg 1811w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-212x300.jpg 212w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-724x1024.jpg 724w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-768x1086.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-1086x1536.jpg 1086w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-1449x2048.jpg 1449w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-72x102.jpg 72w" sizes="(max-width: 1811px) 100vw, 1811px" /></a></h1>
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		<title>Greening: como São Paulo enfrenta a maior ameaça à citricultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ioeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 19:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Geraldo Melo Filho, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo Durante décadas, a Flórida foi referência mundial em citricultura. O estado norte-americano produziu 242 milhões de caixas de laranja na safra 2003/04. Porém, na safra 2025/26, a estimativa caiu para 12,92 milhões, queda de quase 95%. O greening, doença sem cura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><i><a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-97.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141691" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-97.jpg" alt="" width="800" height="1200" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-97.jpg 800w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-97-200x300.jpg 200w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-97-683x1024.jpg 683w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-97-768x1152.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-97-68x102.jpg 68w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a>Por Geraldo Melo Filho, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo</i></h1>
<h1>Durante décadas, a Flórida foi referência mundial em citricultura. O estado norte-americano produziu 242 milhões de caixas de laranja na safra 2003/04. Porém, na safra 2025/26, a estimativa caiu para 12,92 milhões, queda de quase 95%. O greening, doença sem cura que compromete a produção, foi o principal responsável por esse colapso. Agravada por eventos climáticos extremos, a doença expulsou produtores da atividade e transformou uma potência citrícola em dependente de suco importado.</h1>
<h1>Para São Paulo, esse alerta pesa diretamente. Na safra 2025/26, o cinturão citrícola paulista e do Triângulo/Sudoeste Mineiro produziu 292,94 milhões de caixas, cerca de 76% da produção brasileira estimada. O Brasil responde por mais de 70% das exportações mundiais de suco de laranja, com São Paulo no centro dessa cadeia. Proteger os pomares paulistas é defender uma liderança construída com pesquisa, capacidade industrial e organização produtiva.</h1>
<h1>O Governo de São Paulo transformou essa proteção em política de Estado. Em novembro de 2023, a gestão paulista instituiu o Comitê Estadual de Combate ao Greening, reunindo cinco secretarias, institutos de pesquisa e o setor produtivo.</h1>
<h1>Na Secretaria de Agricultura e Abastecimento, o esforço reúne a Defesa Agropecuária, a CATI, que presta assistência técnica aos produtores, a APTA, braço de pesquisa da pasta, e o FEAP, fundo estadual de apoio ao setor. Pela linha FEAP Combate ao Greening, foram liberados R$ 6,9 milhões no ciclo 2024/25 para a renovação de pomares. A atuação envolve ainda universidades, a Fapesp e, como parceiros privados, o Fundecitrus e o CitrusBR.</h1>
<h1></h1>
<h1>Na frente científica, o CPA Citros mobiliza R$ 90 milhões, em aportes públicos e privados, para acelerar novas soluções de manejo. Um dos pilares dessa estrutura é o Centro de Citricultura “Sylvio Moreira”, em Cordeirópolis, que reúne o maior banco de germoplasma de citros do país.</h1>
<h1>A fiscalização também foi reforçada. Em 2025, a Defesa Agropecuária esteve em mais de 17,5 mil estabelecimentos e retirou de circulação mais de 60,3 mil mudas. Nos casos previstos em lei, houve a eliminação de plantas contaminadas, medida extrema usada para proteger pomares vizinhas. Foram destinados R$ 3,6 milhões para a contratação de novas equipes de fiscalização e monitoramento, com atuação regionalizada.</h1>
<h1>As regras são adaptadas à realidade de cada região. Em maio de 2026, São Paulo tornou obrigatório o cadastro das propriedades com plantas cítricas e criou o monitoramento quinzenal do psilídeo, inseto que é o principal vetor do greening. Assim, os municípios são classificados pela incidência da doença, com regras mais amplas onde ela é baixa e concentradas em plantas jovens onde já é alta.</h1>
<h1>Esse conjunto de medidas está freando o greening em São Paulo. Em 2025, pelo segundo ano consecutivo, houve desaceleração no ritmo de crescimento: o aumento anual caiu de 55,9%, entre 2022 e 2023, para 16,5%, entre 2023 e 2024, e 7,4%, entre 2024 e 2025. Nos pomares mais jovens, a incidência caiu 51,4% nas plantas de zero a dois anos e 17,1% nas de três a cinco anos, reflexo de mais cuidado na escolha das áreas de plantio e melhor controle do inseto vetor./</h1>
<h1>Os dados são positivos, mas não permitem baixar a guarda. A doença ainda está em quase metade das árvores do cinturão citrícola. Porém, São Paulo provou que é possível combater o greening com manejo rigoroso e responsabilidade compartilhada.</h1>
<h1>Defender a citricultura é proteger empregos, investimentos e a capacidade brasileira de abastecer o mundo. O exemplo da Flórida mostrou o custo de agir tarde. São Paulo escolheu antecipar a resposta, integrando governo, produtores, ciência e iniciativa privada.</h1>
<h1><strong>Minibiografia do Autor</strong></h1>
<h1><strong>Geraldo Melo FIlho</strong></h1>
<h1>Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo</h1>
<h1>Economista formado pela Universidade de Brasília (UnB), Geraldo Melo Filho é produtor rural e possui ampla trajetória na gestão pública e no setor agropecuário.</h1>
<h1>Foi presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) entre 2019 e 2022, além de ter ocupado cargos estratégicos em instituições como a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar). Mais recentemente, atuava como diretor-geral do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), braço técnico da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Congresso Nacional.</h1>
<h1>Com experiência em políticas públicas, gestão financeira e articulação institucional, o novo secretário assume a pasta com o objetivo de fortalecer o agronegócio paulista, ampliar a competitividade do setor e impulsionar o desenvolvimento sustentável no campo.</h1>
<h1>Fonte: ioeste</h1>
<h1>Oferecimento:<a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-01-1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141639" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-01-1.jpg" alt="" width="1083" height="1330" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-01-1.jpg 1083w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-01-1-244x300.jpg 244w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-01-1-834x1024.jpg 834w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-01-1-768x943.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-01-1-83x102.jpg 83w" sizes="(max-width: 1083px) 100vw, 1083px" /></a></h1>
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		<title>Projeto Apaixonados por Barreiras reúne moradores no Santo Antonio</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:56:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Projeto Apaixonados por Barreiras amplia diálogo com moradores do Santo Antonio e reforça escuta sobre demandas de bairros vizinhos O Projeto Apaixonados por Barreiras chegou, na noite dessa quinta-feira (16), ao bairro Santo Antonio, dando sequência à série de encontros promovidos em diferentes regiões do município com o objetivo de ouvir diretamente a população sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Projeto Apaixonados por Barreiras amplia diálogo com moradores do Santo Antonio e reforça escuta sobre demandas de bairros vizinhos</h1>
<h1>O Projeto Apaixonados por Barreiras chegou, na noite dessa quinta-feira (16), ao bairro Santo Antonio, dando sequência à série de encontros promovidos em diferentes regiões do município com o objetivo de ouvir diretamente a população sobre suas principais necessidades, prioridades e expectativas para o futuro da cidade.</h1>
<h1>Participaram da reunião o deputado estadual Antonio Henrique Jr. (PV), pré-candidato à reeleição, o pré-candidato a deputado federal Danilo Henrique (MDB) e o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Barreiras Antonio Henrique Moreira, que acompanharam as manifestações dos moradores em mais uma etapa da iniciativa, marcada pelo diálogo aberto com a comunidade.</h1>
<h1>Desde o lançamento do projeto, o Apaixonados por Barreiras tem percorrido diversos bairros do município levando uma proposta diferente das tradicionais agendas políticas: priorizar a escuta da população antes da apresentação de propostas. Em encontros anteriores, realizados em localidades como a Vila Brasil, Danilo Henrique defendeu que &#8220;político tem que falar menos e ouvir mais&#8221;, enquanto Antonio Henrique Jr. ressaltou que é por meio da política que chegam investimentos em áreas como saúde, educação e infraestrutura. A iniciativa tem buscado reunir moradores, lideranças comunitárias e representantes políticos em um ambiente voltado à construção coletiva de demandas para Barreiras.</h1>
<h1>Projeto Apaixonados por Barreiras prioriza a escuta da população</h1>
<h1>Ao abrir o encontro, Danilo Henrique destacou que o sucesso da iniciativa depende da participação ativa dos moradores.</h1>
<h1>&#8220;Esse projeto só funciona se vocês falarem, se vocês se empenharem, se vocês conseguirem passar pra gente quais as dificuldades do dia a dia de cada um de vocês&#8221;.</h1>
<h1>Durante o encontro, moradores do Santo Antonio utilizaram o espaço para apresentar reivindicações relacionadas não apenas ao bairro, mas também às comunidades vizinhas, como Vila Amorim, São Pedro, Arboreto e São Francisco.</h1>
<h1>As manifestações envolveram relatos sobre dificuldades enfrentadas diariamente e sugestões para melhorias na infraestrutura, mobilidade, serviços públicos e qualidade de vida.</h1>
<h1>Além das reivindicações, diversas pessoas fizeram questão de manifestar apoio aos pré-candidatos presentes.</h1>
<h1>Uma moradora declarou:</h1>
<h1>&#8220;Eu tenho fé que ainda há esperança, porque com Danilo e com Toinho, vai dar certo!&#8221;</h1>
<h1>Outra participante afirmou:</h1>
<h1>&#8220;Eu estou aqui na luta com vocês, segurando a mão de vocês, e vai dar certo, em nome do Senhor Jesus&#8221;.</h1>
<h1>Já outra moradora resumiu seu apoio dizendo:</h1>
<h1>&#8220;Aonde vocês forem, eu vou atrás também&#8221;.</h1>
<h1>Projeto Apaixonados por Barreiras percorre bairros de Barreiras</h1>
<h1>Ao falar aos participantes, Antonio Henrique Jr. reforçou que a proposta do projeto é aproximar a população das decisões que impactam diretamente o município.</h1>
<h1>&#8220;A gente veio ouvir a população e saber o que é que ela deseja, o que ela precisa, pra gente trazer as obras importantes, pra gente melhorar a vida das pessoas&#8221;.</h1>
<h1>O encerramento da reunião contou com uma manifestação do ex-prefeito Antonio Henrique Moreira, que destacou sua identificação com a iniciativa.</h1>
<h1>&#8220;É por isso que eu acompanho esse projeto Apaixonados por Barreiras, eu me apaixonei e fiquei aqui&#8221;.</h1>
<h1>Ao final do encontro, Antonio Henrique Jr. agradeceu a participação dos moradores e destacou o significado da mobilização popular para o projeto.</h1>
<h1>&#8220;A cada encontro, uma certeza: essa caminhada só faz sentido com vocês!&#8221;</h1>
<h1>O Projeto Apaixonados por Barreiras seguirá percorrendo diferentes bairros do município nas próximas semanas, mantendo a proposta de ampliar o diálogo com a população, ouvir demandas locais e reunir sugestões que possam contribuir para futuras ações voltadas ao desenvolvimento de Barreiras.</h1>
<h1>Foto: Reprodução Instagram Danilo Henrique/Antonio Henrique</h1>
<h1>Fonte: Ascom Danilo Henrique</h1>
<h1>Oferecimento:<a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141640" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg" alt="" width="1081" height="1330" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg 1081w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-244x300.jpg 244w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-832x1024.jpg 832w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-768x945.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-83x102.jpg 83w" sizes="auto, (max-width: 1081px) 100vw, 1081px" /></a></h1>
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		<title>ICC Nutrição Animal conquista certificação de Empresa Amiga do Bem-Estar Animal</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:49:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Selo contempla oito produtos do portfólio para ruminantes e foi concedido pela FairFood após auditorias independentes A ICC Nutrição Animal – líder global em soluções naturais à base de levedura de cana-de-açúcar para nutrição, saúde e performance animal – conquistou a certificação Empresa Amiga do Bem-Estar Animal (ABEA), concedida pela FairFood. O reconhecimento contempla oito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><i>Selo contempla oito produtos do portfólio para ruminantes e foi concedido pela FairFood após auditorias independentes</i></h1>
<h1>A ICC Nutrição Animal – líder global em soluções naturais à base de levedura de cana-de-açúcar para nutrição, saúde e performance animal – conquistou a certificação Empresa Amiga do Bem-Estar Animal (ABEA), concedida pela FairFood. O reconhecimento contempla oito produtos voltados à nutrição de bovinos e reforça a estratégia da empresa de desenvolver soluções baseadas em pesquisa científica e inovação tecnológica alinhadas às demandas globais por sustentabilidade, rastreabilidade e responsabilidade na produção pecuária.</h1>
<h1>A certificação é concedida após auditorias independentes realizadas por organismos acreditados internacionalmente, assegurando transparência, confiabilidade e conformidade com critérios técnicos específicos. Responsável pela iniciativa, a FairFood é pioneira no desenvolvimento de protocolos de ESG (sigla em inglês para práticas de responsabilidade ambiental, social e de governança). Na ICC Nutrição Animal, o selo foi concedido aos produtos BetaFix, Hilyses, ImmunoWall, MaxiDigest, MegaFix, RumenYeast, SymbioYeast e StarFix.</h1>
<h1>&#8220;Essa certificação reforça um compromisso que faz parte da essência da ICC Nutrição Animal: desenvolver soluções nutricionais que promovam desempenho produtivo e bem-estar animal de forma consistente e baseada em ciência. Esse reconhecimento mostra que inovação, eficiência e sustentabilidade podem caminhar juntas para fortalecer uma pecuária cada vez mais responsável e preparada para atender às demandas do mercado&#8221;, afirma o Gerente de Produtos para Ruminantes da ICC Nutrição Animal, William Reis.</h1>
<h1>Com a certificação, a empresa – que tem origem brasileira – amplia seu alinhamento às principais tendências da produção pecuária global e fortalece sua atuação junto a clientes e parceiros que buscam soluções capazes de conciliar desempenho zootécnico, responsabilidade na produção e transparência ao longo da cadeia, fortalecendo sua presença em mercados que valorizam práticas sustentáveis e certificadas. &#8220;A manutenção do selo também depende de auditorias periódicas, o que garante a continuidade dos critérios exigidos&#8221;, complementa Reis.</h1>
<h1><b>Sobre a ICC Nutrição Animal</b></h1>
<h1>Empresa líder global em soluções naturais à base de levedura de cana-de-açúcar para nutrição, saúde, bem-estar e performance animal, tem presença internacional, com filiais espalhadas pelo mundo (Estados Unidos, Europa e China) e exportação para mais de 70 países. Com mais de 30 anos de história, a empresa tem a missão de agregar valor à nutrição animal e alimentar o mundo com produtos saudáveis, seguros, acessíveis e disponíveis, para uma população mundial em constante combate à fome. Tudo isso de forma sustentável e cuidando das pessoas. Mais informações, acesse: <a id="m_5186210922544892022OWAc2622c94-25d8-f1a9-b1d2-769b3069018a" title="https://www.iccbrazil.com/" href="https://www.iccbrazil.com/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.iccbrazil.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1784398457399000&amp;usg=AOvVaw34PIVaI6d8UERkBgmBMB6Z"><u>https://www.iccbrazil.com/</u></a></h1>
<h1>Fonte: ioeste</h1>
<h1>Oferecimento:<a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cartaz-verso-1-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141637" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cartaz-verso-1-scaled.jpg" alt="" width="1811" height="2560" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cartaz-verso-1-scaled.jpg 1811w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cartaz-verso-1-212x300.jpg 212w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cartaz-verso-1-724x1024.jpg 724w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cartaz-verso-1-768x1086.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cartaz-verso-1-1086x1536.jpg 1086w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cartaz-verso-1-1449x2048.jpg 1449w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cartaz-verso-1-72x102.jpg 72w" sizes="auto, (max-width: 1811px) 100vw, 1811px" /></a></h1>
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		<title>Plantas de cobertura reduzem emissões de gases de efeito estufa e tornam lavouras mais resilientes</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Febrapdp Pesquisas da Embrapa Cerrados mostram que plantas de cobertura podem aumentar o estoque de carbono no solo e manter a produtivdade das lavouras. As plantas de cobertura, um dos pilares do Sistema Plantio Direto (SPD), podem ser uma das principais aliadas da agricultura brasileira no enfrentamento às mudanças climáticas. Além de protegerem o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Foto: Febrapdp</h1>
<h1></h1>
<h1><a id="m_-4093739173287538755gmail-_buscanoticia_WAR_pcebusca_ctvk__column__2d__1__0"></a>Pesquisas da Embrapa Cerrados mostram que plantas de cobertura podem aumentar o estoque de carbono no solo e manter a produtivdade das lavouras.</h1>
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<p>As plantas de cobertura, um dos pilares do Sistema Plantio Direto (SPD), podem ser uma das principais aliadas da agricultura brasileira no enfrentamento às mudanças climáticas. Além de protegerem o solo, elas ajudam a armazenar carbono, reduzem emissões de gases de efeito estufa (GEEs) e aumentam a resiliência das lavouras aos riscos climáticos.</p>
<p>Esses resultados foram apresentados pela pesquisadora Arminda Moreira de Carvalho, durante a visita à Embrapa Cerrados como parte da programação do 20º Encontro Nacional do Sistema Plantio Direto (ENSPD) e 3º Encontro Mundial do SPD, realizado em Brasília. A palestra, que contou com a participação das bolsistas Raíssa Dantas e Fabiana Ribeiro, reuniu resultados de um experimento de longa duração iniciado em 2005, onde é acompanhado o desempenho de diferentes plantas de cobertura em sucessão ao milho em transição, mais recentemente, à soja.</p>
<p>Arminda Carvalho lembrou que participou de seu primeiro encontro sobre plantio direto em 1995 e que deu continuidade aos estudos desenvolvidos por pesquisadores pioneiros da área. Segundo a pesquisadora, o uso de plantas de cobertura ganhou uma nova dimensão diante da necessidade de tornar a agricultura mais sustentável e resiliente. &#8220;Hoje existe uma cobrança muito grande para que a agricultura contribua com soluções para as mudanças climáticas&#8221;, observou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Muito além da conservação do solo</h3>
<p>As plantas leguminosas usadas em cobertura favorecem a fixação biológica de nitrogênio e as diversas espécies estimulam a atividade dos microrganismos, melhoram a ciclagem de nutrientes e aumentam a infiltração e o armazenamento de água. &#8220;Podemos reduzir nossa dependência de fertilizantes quando utilizamos essa tecnologia. Tudo isso aumenta a resiliência dos sistemas agrícolas&#8221;, destacou.</p>
<p>Um dos principais resultados apresentados refere-se ao carbono armazenado no solo e mitigação das emissões de GEE. As avaliações realizadas periodicamente no experimento de longa duração da Embrapa Cerrados (DF) mostram que determinadas plantas de cobertura conseguem reduzir as perdas de carbono após a introdução da soja na sucessão de culturas. Entre elas, gramíneas como sorgo e trigo apresentaram melhor desempenho por produzirem maior quantidade de biomassa e resíduos com menor relação de carbono e nitrogênio, o que provoca uma decomposição mais lenta.</p>
<p>A pesquisadora informou ainda que o uso de misturas de espécies (mix de plantas de cobertura) representa um caminho promissor justamente porque combina plantas com diferentes velocidades de decomposição, contribuindo para ciclagem mais eficaz de nutrientes e estabilizar os estoques de carbono ao longo do tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Menor emissão de gases de efeito estufa</h3>
<p>Outro destaque foi a redução das emissões de óxido nitroso (N₂O), um gás cujo potencial de aquecimento global é cerca de 300 vezes superior ao do dióxido de carbono. Sua principal fonte é o uso de fertilizantes nitrogenados e a decomposição dos resíduos vegetais.</p>
<p>Durante quatro anos, a equipe da Embrapa Cerrados monitorou as emissões em áreas cultivadas com milho utilizando diferentes plantas de cobertura. Os resultados mostraram que algumas espécies conseguem reduzir significativamente essas emissões, com destaque para o guandu, que apresentou um comportamento mitigador graças às suas características de composição química, que influenciam a velocidade de decomposição da matéria orgânica.</p>
<p>Para realizar essas medições, a equipe adaptou um sistema de câmaras estáticas de baixo custo, capaz de coletar gases para quantificar simultaneamente dióxido de carbono, metano e óxido nitroso diretamente no solo. Essa avaliação amplia a capacidade de geração de dados nacionais sobre emissões do setor agropecuário com custos relativamente baixos dessas pesquisas.</p>
<p>Os estudos com uso das plantas de cobertura em SPD também mostraram que o nitrogênio absorvido pelo milho vem, principalmente da decomposição da palhada e não do fertilizante aplicado. &#8220;A maior parte do nitrogênio acumulado pelo milho vem da mineralização dos resíduos vegetais&#8221;, explicou a pesquisadora, destacando a braquiária como uma das espécies mais eficientes na reciclagem desse nutriente.</p>
<p>Segundo Arminda, os resultados reforçam que o plantio direto, praticado como Sistema — com rotação de culturas, cobertura permanente do solo e ausência de revolvimento do solo — é um dos caminhos mais promissores para uma agricultura resiliente, inclusive às mudanças climáticas.</p>
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<p><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NbaRxkQOcaF91rt33nkQrtvtHOGKKZuvIc13CEPzBENhNgsFfLLr3jTZj_EzR2nc9eqai0TvgTVSCoeT2DvCBvZxvjvZGEVOOq2KZqZPlwOkRCdpK6hPA=s0-d-e1-ft#https://www.embrapa.br/documents/d/cerrados/publico_febrapdp-jpeg" alt="Foto: Febrapdp" data-bit="iit" /></p>
<p>A necessidade de ampliar essa adoção do sistema foi reforçada por Rafael Fuentes, diretor da Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto (FEBRAPDP). Segundo ele, embora cerca de 45 milhões dos 70 milhões de hectares de culturas temporárias do Brasil utilizem a semeadura direta, apenas 6,4 milhões de hectares adotam efetivamente os três princípios do Sistema Plantio Direto. &#8220;Existe uma diferença entre a melhor tecnologia disponível e o nível de adoção pelos produtores&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para Fuentes, o desafio já não é apenas produzir conhecimento, mas transformar esse conhecimento em prática no campo. &#8220;A cobertura permanente do solo e a biodiversidade por meio da rotação de culturas e uso de plantas de cobertura ainda estão muito longe dos níveis ideais de adoção. Nossa luta, junto com a Embrapa, universidades e demais instituições nacionais e estaduais de pesquisa e extensão, é preencher esse espaço&#8221;.</p>
<p>Na avaliação do dirigente, muitos agricultores permanecem no plantio direto simplificado por questões econômicas e operacionais, já que a adoção do sistema aumenta a complexidade do manejo da lavoura e da gestão do negócio, além de o mercado ainda oferecer pouca diferenciação por esse esforço. Para ele, mecanismos de remuneração pelos serviços ambientais podem acelerar essa transformação: &#8220;Acreditamos que pelo bolso podemos atrair os produtores. Se houver reconhecimento pelo carbono sequestrado e pelos serviços ecossistêmicos prestados, isso pode mudar a intenção das pessoas&#8221;.</p>
<p><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NZH3tgVdfinpV1aB5mX9wHx3gBiPl6J9g9AUzwu5NVCaEXRGP8lCQoUufbZCCr0X3LVryKsrbS8eJp2VpsHZGJtkCo2mOJASyW61F0O=s0-d-e1-ft#https://www.embrapa.br/documents/d/cerrados/macena-jpeg" alt="" data-bit="iit" /></p>
<p>O zoneamento agrícola de risco climático (Zarc), conforme destacado pelo pesquisador Fernando Macena, com a incorporação dos níveis de manejo contemplando a rotação de culturas e as plantas de cobertura é uma ferramenta que deverá incentivar o produtor na adoção do Sistema Plantio Direto em sua plenitude.</p>
<p>Fuentes destacou ainda que pesquisas como as desenvolvidas pela Embrapa Cerrados são fundamentais para esse avanço. &#8220;Esse trabalho da pesquisadora Arminda demonstra os benefícios das plantas de cobertura. É um dos componentes dessa mudança”.</p>
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<h2>Premiações e participações da Embrapa Cerrados</h2>
<p><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NZDOnP0lMttxym72Lw94qjhjaxOAgxJtNaGil-V3Lee3EnuRlhblG6zuLCkZ32N2U9ZE-VYFlddy8IPIPFr_a-j__VJW468yqNmEXzUxzLFb5E=s0-d-e1-ft#https://www.embrapa.br/documents/d/cerrados/certificado-jpeg" alt="" data-bit="iit" /></p>
<p>Além de Arminda Carvalho, outros pesquisadores da Embrapa Cerrados apresentaram seus estudos na programação técnica do 20º ENSPD: Ieda Mendes, sobre “Enzimas no Solo: o papel do BioAS na avaliação da regeneração biológica e na saúde do solo”; Lourival Vilela, sobre “Solo, planta e animal — a aliança regenerativa no Sistema Plantio Direto nos trópicos”.</p>
<p>Vilela e Ieda, juntamente com o pesquisador Luiz Adriano, receberam o certificado de mérito “O Conservacionista”, da Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto, como reconhecimento à sua contribuição e dedicação ao progresso da agricultura sustentável do Brasil.</p>
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<p>Link da matéria: <a href="https://www.embrapa.br/web/cerrados/busca-de-noticias/-/noticia/145957288/plantas-de-cobertura-reduzem-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-e-tornam-lavouras-mais-resilientes" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.embrapa.br/web/cerrados/busca-de-noticias/-/noticia/145957288/plantas-de-cobertura-reduzem-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-e-tornam-lavouras-mais-resilientes&amp;source=gmail&amp;ust=1784398451844000&amp;usg=AOvVaw1QcHefgEbLkPv3p6X56jah">https://www.embrapa.<wbr />br/web/cerrados/busca-de-<wbr />noticias/-/noticia/145957288/<wbr />plantas-de-cobertura-reduzem-<wbr />emissoes-de-gases-de-efeito-<wbr />estufa-e-tornam-lavouras-mais-<wbr />resilientes</a></p>
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<div dir="ltr">Núcleo de Comunicação Organizacional &#8211; NCO</p>
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<div>Fonte: Embrapa Cerrado</div>
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<h1>Oferecimento:<a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141640" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg" alt="" width="1081" height="1330" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg 1081w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-244x300.jpg 244w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-832x1024.jpg 832w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-768x945.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-83x102.jpg 83w" sizes="auto, (max-width: 1081px) 100vw, 1081px" /></a></h1>
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		<title>Colorau além do tempero: conheça a planta brasileira mais usada pela indústria para dar cor aos alimentos</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[IAC-APTA amplia produtividade e qualidade de variedades de urucum, enquanto ITAL otimiza processos industriais Você provavelmente já usou colorau para temperar um frango ou dar mais cor ao arroz. Mas o que pouca gente sabe é que o ingrediente presente na cozinha brasileira tem origem em uma planta nativa da Amazônia que está presente em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><i>IAC-APTA amplia produtividade e qualidade de variedades de urucum, enquanto ITAL otimiza processos industriais</i></h1>
<table class="m_-307093156423414270image" width="576" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<h1><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NaAYy40lWIx63g67yrtUfZx_TBxmgz7qOBjly6DBMkfE_QTV3ePmd6JXPF55ZTF5sF5u8mZkvdqxPbX0AWr8Ms8o7ozqNjy1Ew3JT-4diIK7PGoQ0D_MBRquaSEheCIwSC2kOjab_APY5UtdpJvW2cc_M3OI8aQlbZNNFWevnEeGVRZVSh-wr70dyfH9QQhnl0Aikk22kF1_JN1OL3qFFm7_K92bCoXgAWc_G3koEIvNa0z-mnYCrjSyEsx-gnEY5kSti0pNvW6BROvbHswq0HMoVQ=s0-d-e1-ft#https://s2601.imxsnd82.com/5jVmO2YDNhljN602bj5CbpFWbnBkci5SbvNmLlR3cl9Wa6QTM2gDO3kTO1IjOnVGcq5ydvxmNjJWMhFGZ0MjZwMDM3Q2YhlDMwUWZ1ITYhNTOlFmY4YkMlEmY4YkMlUDMyADNGJTJ3UDMx8VL1ETLf9VLwITLfpDN" alt="" width="576" data-bit="iit" /></h1>
<table border="0" width="576" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="576"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h1>Você provavelmente já usou colorau para temperar um frango ou dar mais cor ao arroz. Mas o que pouca gente sabe é que o ingrediente presente na cozinha brasileira tem origem em uma planta nativa da Amazônia que está presente em muito mais produtos do que se imagina: o urucum.</h1>
<h1>Matéria-prima do colorífico, nome técnico do condimento conhecido como colorau, o urucum fornece um pigmento vermelho chamado bixina, o corante natural mais utilizado pela indústria de alimentos. Queijos, salsichas, linguiças, balas, doces, sorvetes, bebidas e diversos outros produtos recebem a coloração característica graças às sementes dessa planta. Fora da alimentação, a bixina também é utilizada na fabricação de vernizes, batons, blushes e em outras aplicações industriais.</h1>
<h1>Com o início da safra principal, entre os meses de junho e agosto, o produtor rural recebe atualmente entre R$ 12,50 e R$ 13,00 por quilo das sementes. Em algumas variedades, como o urucum-anão, ainda é possível colher uma segunda safra entre dezembro e março, dependendo da época de plantio e do manejo da lavoura.</h1>
<h1>Segundo a pesquisadora Eliane Fabri, do Instituto Agronômico (IAC-APTA), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, o cultivo da planta exige planejamento desde o início. &#8220;O urucum é uma planta perene e a recomendação é que o plantio das mudas seja realizado entre a primavera e o verão, durante o período chuvoso. Dessa forma, a lavoura se estabelece naturalmente, sem necessidade de irrigação no momento do plantio&#8221;, explica.</h1>
<h1>Embora seja uma espécie nativa da região Amazônica, o urucum se adaptou muito bem às condições paulistas. Hoje, SP é o maior produtor nacional, e o Brasil ocupa a liderança mundial na produção da cultura. A principal região produtora paulista está na Nova Alta Paulista, abrangendo municípios entre Tupã e Panorama, com destaque para São João do Pau D&#8217;Alho, Monte Castelo, Tupi Paulista e Irapuru, onde a cultura movimenta a economia agrícola local.</h1>
<h1><strong>Pesquisa especializada amplia aplicações</strong></h1>
<h1>Muito antes de chegar às indústrias e aos supermercados, o urucum passa pelo trabalho silencioso da pesquisa científica. Desde a década de 1980, o IAC desenvolve pesquisas para melhorar a cultura, e dez anos depois o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL-APTA) passou a atuar para ampliar as possibilidades de aplicação da matéria-prima e aprimorar qualidade, segurança e sustentabilidade dos produtos.</h1>
<h1>Como resultado, o IAC<strong> </strong>mantém o maior banco de germoplasma de urucum do mundo, com 378 genótipos cadastrados, um patrimônio genético fundamental para o desenvolvimento de novas variedades. Já o pesquisador Paulo Carvalho, do ITAL, publicou dois livros trilíngues dedicados à cultura, sendo que <a href="https://loja.fundag.br/products/urucum-uma-semente-com-a-historia-do-brasil" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://loja.fundag.br/products/urucum-uma-semente-com-a-historia-do-brasil&amp;source=gmail&amp;ust=1784398451029000&amp;usg=AOvVaw2STqtWzJXzCfiHN_QVboa3"><i><u>Urucum: uma semente com a história do Brasil</u></i></a> se tornou referência nacional e internacional sobre aspectos históricos, agronômicos e tecnológicos dessa planta nativa brasileira, enquanto <a href="https://loja.fundag.br/products/urucum-alem-do-poder-corante" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://loja.fundag.br/products/urucum-alem-do-poder-corante&amp;source=gmail&amp;ust=1784398451029000&amp;usg=AOvVaw0ll67Zh8W02uYcJyxEJIKK"><i><u>Urucum: Além do poder corante</u></i></a> se aprofunda nos seus efeitos fitoterápicos.</h1>
<h1>No IAC, os pesquisadores selecionam plantas capazes de produzir mais sementes, com maiores concentrações de bixina e maior resistência às doenças que afetam a cultura, especialmente o oídio. Também conduzem pesquisas sobre espaçamento entre plantas, manejo da lavoura, adaptação de novos materiais às diferentes regiões produtoras e aspectos básicos da genética e da botânica da espécie. No ITAL, o foco está na otimização de processos em indústrias de corantes e o desenvolvimento de novas tecnologias, como o fracionamento do óleo de urucum para separação de frações fitoterápicas.</h1>
<h1>Graças à dedicação do corpo técnico da APTA, o potencial do urucum tem se expandido para além da produção de corante, com a identificação de compostos bioativos, como tocotrienois e geranilgeraniol, substâncias de interesse para as áreas farmacêutica e de saúde, e o desenvolvimento de programas de seleção visando aumentar sua concentração nas plantas.</h1>
<h1>Para Eliane Fabri, ainda há muito espaço para o avanço das pesquisas. &#8220;A maior demanda dos produtores é obter plantas que combinem porte baixo, alta produtividade e elevado teor de bixina. Esse continua sendo o principal foco do nosso trabalho, sem deixar de lado as pesquisas básicas, fundamentais para compreender melhor a planta e permitir novos avanços no melhoramento genético&#8221;, detalha.</h1>
<h1>Fonte: ioeste</h1>
<h1>Oferecimento:<a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141638" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-scaled.jpg" alt="" width="1811" height="2560" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-scaled.jpg 1811w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-212x300.jpg 212w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-724x1024.jpg 724w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-768x1086.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-1086x1536.jpg 1086w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-1449x2048.jpg 1449w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/copia_de_seguranca_de_capachos-bahia-foldem-1-72x102.jpg 72w" sizes="auto, (max-width: 1811px) 100vw, 1811px" /></a></h1>
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		<title>Espírito Cacau leva verdadeiro chocolate para harmonizar com grandes vinhos na ExpoVinhos 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ioeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:21:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Marca capixaba participa da maior feira de vinhos do Espírito Santo apresentando chocolates tree to bar com diferentes teores de cacau O chocolate e o vinho formam uma das harmonizações mais apreciadas da gastronomia. Pensando nessa experiência sensorial, a Espírito Cacau participa da ExpoVinhos 2026, que acontece nos dias 29 e 30 de julho, das 18h às 23h, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><i>Marca capixaba participa da maior feira de vinhos do Espírito Santo apresentando chocolates tree to bar com diferentes teores de cacau</i></h1>
<div>
<h1>O chocolate e o vinho formam uma das harmonizações mais apreciadas da gastronomia. Pensando nessa experiência sensorial, a <strong>Espírito Cacau</strong> participa da <strong>ExpoVinhos 2026,</strong> que acontece nos dias 29 e 30 de julho, das 18h às 23h, no Clube Álvares Cabral, em Vitória (ES). A marca estará no estande 34, levando aos visitantes chocolates de origem produzidos integralmente no Espírito Santo e ideais para acompanhar diferentes estilos de vinhos.</h1>
<h1>Durante a feira, a Espírito Cacau convida os visitantes a descobrirem como o chocolate de origem pode valorizar ainda mais a degustação de vinhos. Produzidos com cacau cultivado em fazendas próprias em Linhares (ES), os chocolates preservam as características do terroir capixaba, reconhecido pela suavidade, dulçor equilibrado e baixa adstringência, atributos que proporcionam harmonizações elegantes tanto com vinhos tintos quanto com espumantes e vinhos de sobremesa.</h1>
<h1>&#8220;Participar da ExpoVinhos é uma oportunidade de mostrar que o chocolate vai muito além da sobremesa. Quando produzido com cacau de origem e ingredientes naturais, ele se transforma em um excelente parceiro dos grandes vinhos, criando experiências únicas para o consumidor&#8221;, destaca Paulo Gonçalves, fundador da Espírito Cacau.</h1>
<h1>Entre os destaques do estande estarão as barras da Linha Origens, elaboradas com massa e manteiga de cacau, açúcar demerara orgânico e lecitina de girassol. Disponíveis nas versões 44%, 61%, 70% e 85% cacau, além da versão 85% com nibs, elas evidenciam a riqueza do puro chocolate e oferecem diferentes possibilidades de harmonização.</h1>
<h1>A empresa também apresentará as versões Zero Açúcar, os chocolates ao Leite de Coco e Branco ao Leite de Coco, além das sofisticadas caixas de bombons recheadas com cremes naturais de avelã, amendoim, castanha de caju, pistache e gengibre, ideais para quem busca presentes ou experiências gastronômicas diferenciadas.</h1>
<h1>Outra atração é a linha Cacauzíssimo, composta por chocolates nos teores de <strong>37%, 51% </strong>e<strong> 70% Cacau</strong> e <strong>26% Chocolate Branco</strong> disponíveis em barras de 70g e 25g, tanto nas versões tradicionais quanto Zero Açúcar, ampliando as possibilidades de escolha para diferentes perfis de consumidores.</h1>
<h1>Além do consumidor final, a Espírito Cacau também apresentará seu portfólio voltado ao Food Service, com chocolates profissionais em embalagens de 1 kg e na versão Kibbles de 25 kg, destinados a confeitarias, chocolaterias, restaurantes, cafeterias, hotéis e indústrias que buscam ingredientes premium com origem controlada e alto desempenho gastronômico.</h1>
<h1>Produzidos dentro do conceito tree-to-bar, os chocolates da Espírito Cacau possuem rastreabilidade completa, desde o cultivo do cacau até a fabricação das barras, garantindo autenticidade, qualidade e um perfil sensorial que conquista consumidores no Brasil e no exterior.</h1>
<h1>Em sua 16ª edição, a ExpoVinhos é considerada uma das principais feiras do setor no Brasil e deve reunir mais de 1.400 rótulos de 16 países, além de produtores, importadores, especialistas e apreciadores do universo do vinho em uma programação voltada para degustação, networking e experiências gastronômicas. O evento acontece no formato wine tasting, permitindo que o público conheça livremente os rótulos apresentados pelos expositores.</h1>
<h1><strong>Espírito Cacau na ExpoVinhos 2026</strong></h1>
<h1>Estande: 34</h1>
<h1>Data: 29 e 30 de julho de 2026</h1>
<h1>Horário: 18h às 23h</h1>
<h1>Local: Clube Álvares Cabral – Vitória (ES)</h1>
<h1>Fonte: ioeste</h1>
<h1>Oferecimento:<a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141640" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg" alt="" width="1081" height="1330" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg 1081w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-244x300.jpg 244w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-832x1024.jpg 832w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-768x945.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-83x102.jpg 83w" sizes="auto, (max-width: 1081px) 100vw, 1081px" /></a></h1>
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		<title>Projeto sobre seguro rural tramitará em regime de urgência no Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ioeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposições legislativas PL 2951/2024 (Substitutivo-CD) RQS 527/2026 RQS 540/2026 O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) um requerimento de urgência para a tramitação de uma proposta que altera as regras do seguro rural: o substitutivo da Câmara dos Deputados ao PL 2.951/2024. O requerimento (RQS 540/2026) foi apresentado por líderes partidários. Com a sua aprovação, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="boxLateralMateria" class="col-md-3 hidden-xs hidden-sm u-noPrint">
<aside role="complementary">
<div class="saiba-mais">
<div class="painel painel-base painel-links">
<div class="painel-cabecalho">
<h1>Proposições legislativas</h1>
</div>
<ul class="list-unstyled">
<li><a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/174933" target="_blank" rel="noopener"> PL 2951/2024 (Substitutivo-CD) </a></li>
<li><a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/175134" target="_blank" rel="noopener"> RQS 527/2026 </a></li>
<li><a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/175184" target="_blank" rel="noopener"> RQS 540/2026 </a></li>
</ul>
</div>
</div>
</aside>
</div>
<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) um requerimento de urgência para a tramitação de uma proposta que altera as regras do seguro rural: o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/174933" target="_blank" rel="noopener">substitutivo da Câmara dos Deputados ao PL 2.951/2024</a>.</p>
<p>O requerimento (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/175184" target="_blank" rel="noopener">RQS 540/2026</a>) foi apresentado por líderes partidários. Com a sua aprovação, o substitutivo não terá de passar pela análise das comissões do Senado, seguindo diretamente para a votação no Plenário da Casa.</p>
<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, enfatizou que essa decisão foi possível devido a um entendimento com o governo. Ele elogiou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, pela atenção dedicada ao tema.</p>
<h3><strong>Cultura</strong></h3>
<p>Um outro requerimento aprovado pelo Plenário, o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/175134" target="_blank" rel="noopener">RQS 527/2026</a>, solicita uma sessão especial do Senado para homenagear a Academia William Shakespeare, instituição com sede em São Paulo que se dedica ao reconhecimento de pessoas de destaque na área da cultura.</p>
<p>O autor desse requerimento é o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP). A data da sessão especial ainda será marcada.</p>
<h1>Fonte: Agência Senado</h1>
<h1>Oferecimento:<a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141640" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg" alt="" width="1081" height="1330" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg 1081w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-244x300.jpg 244w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-832x1024.jpg 832w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-768x945.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-83x102.jpg 83w" sizes="auto, (max-width: 1081px) 100vw, 1081px" /></a></h1>
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		<title>Cadeia do trigo em SP se reúne para avaliar safra e definir estratégias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ioeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:43:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro híbrido reunirá setor para avaliar desenvolvimento das lavouras, custos de produção e perspectivas de mercado A Câmara Setorial do Trigo do Estado de São Paulo realiza, no próximo dia 30 de julho, às 10h, mais uma reunião para discutir o cenário da cultura no estado. O encontro será realizado de forma híbrida, com participação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NatdBN5qCFYEfJ4MsAkJKmqyVKPK8G_wQCRFL2Z-qJx1-OD6JxpjH3u7BqGDiT3f4yfFcfvdZAUocYwgREqm9Y2JbXsHZlXtpo59nPtwBKoL7OiBqtoFbSjZHw1UMYIAd9S0UJdL9uoHmMBrbHTKGppnJlSU7iZSDUYLI-MlmnzQlFx3kjd2i481oYUQX6Wsav9ZHa2YouaYlPuulv4=s0-d-e1-ft#https://files.pressmanager.net/clientes/266b8c0c21c436843181b6aed8421f07/imagens/2026/07/10/c9b52c26b240031a43d5e130e7d64225_medium.jpg" border="0" data-bit="iit" /></h1>
<h1><i>Encontro híbrido reunirá setor para avaliar desenvolvimento das lavouras, custos de produção e perspectivas de mercado</i></h1>
<div>
<h1>A Câmara Setorial do Trigo do Estado de São Paulo realiza, no próximo dia 30 de julho, às 10h, mais uma reunião para discutir o cenário da cultura no estado. O encontro será realizado de forma híbrida, com participação presencial na matriz da Ouro Safra, em Pilar do Sul (SP), e transmissão on-line pelo canal do Sindustrigo.</h1>
<h1>O evento reunirá representantes da cadeia produtiva para atualização das informações sobre a safra paulista, incluindo área plantada, expectativa de produtividade e avaliação do desenvolvimento das lavouras. As inscrições para acompanhamento virtual podem ser feitas pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScn_Nl_pLQkgzxAslDn_7WK7QiU-R3n6KUiowz1IFj2G6In5A/viewform" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScn_Nl_pLQkgzxAslDn_7WK7QiU-R3n6KUiowz1IFj2G6In5A/viewform&amp;source=gmail&amp;ust=1784302888454000&amp;usg=AOvVaw2g7-5sZSv0Uhs_JlGE0G5S">link</a>.</h1>
<h1>A programação contempla temas estratégicos para o setor, com análises de mercado, crédito e produção. Entre os destaques estão o panorama do mercado de trigo na conjuntura nacional e internacional, que será apresentado por Douglas Araujo, da CJ International; a apresentação sobre linhas de crédito, com a Desenvolve SP; o diagnóstico dos produtores paulistas, conduzido por Felipe Camargo, do Instituto de Economia Agrícola (IEA); e o reporte de cooperativas e cerealistas sobre evolução e expectativas de produção e produtividade.</h1>
<h1>De acordo com o presidente da Câmara Setorial do Trigo de São Paulo, Ruy Zanardi, a reunião será estratégica para consolidar dados mais precisos sobre a safra. “A expectativa é ratificar a área plantada no estado, entender a produtividade por hectare e identificar os principais materiais genéticos e manejos utilizados. Também teremos uma visão mais clara sobre o estágio de desenvolvimento da cultura nos campos de São Paulo”, afirma.</h1>
<h1><strong>Cenário desafiador para o trigo</strong></h1>
<h1>Entre os principais desafios do ciclo atual, o presidente destaca o aumento dos custos de produção, especialmente com combustíveis e fertilizantes, além do cenário internacional menos favorável. “Os preços globais do trigo estão abaixo dos anos anteriores, o que impacta diretamente a rentabilidade do produtor”, explica. Outro ponto de atenção é a possível influência do fenômeno El Niño, que pode trazer condições climáticas adversas para a cultura.</h1>
<h1>A reunião de meio de ano é considerada um momento-chave para o setor, pois permite uma leitura mais fiel do desempenho da safra paulista. “Essas informações são essenciais, sobretudo, para a indústria moageira do estado. Com base nesses dados, as indústrias conseguem planejar suas estratégias de abastecimento de matéria-prima para a safra 2026/27”, destaca o presidente.</h1>
<h1>No cenário de mercado, a pressão sobre produtores e indústria segue atrelada às dinâmicas globais das commodities. Segundo Zanardi, os preços internacionais influenciam diretamente as decisões de plantio. “Diante de valores mais baixos, o produtor pode buscar culturas mais rentáveis, o que pode resultar em redução da área de trigo. Ao mesmo tempo, o risco climático reforça a necessidade de estratégias para mitigar perdas”, avalia.</h1>
<h1>Apesar das incertezas, o dirigente ressalta que as projeções ainda dependem da evolução da safra. “As previsões são importantes, mas os resultados só se consolidam após a colheita”, conclui.</h1>
<h1><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Reunião da Câmara Setorial do Trigo de São Paulo</strong><br />
Data: 30 de julho de 2026 (quinta-feira)<br />
Horário: 10h<br />
Local: Ouro Safra (Matriz) &#8211; Rua Gabriel Batista de Proença, 667 &#8211; Jardim Esperança, Pilar do Sul/SP.<br />
Link de inscrição: <a href="https://bit.ly/ReuniaoDaCamara" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://bit.ly/ReuniaoDaCamara&amp;source=gmail&amp;ust=1784302888454000&amp;usg=AOvVaw2ACmIn_DBpyxD7vcPEYfbY">https://bit.ly/ReuniaoDaCamara</a></h1>
<h1>Fonte: ioeste</h1>
<h1>Oferecimento:<a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141640" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg" alt="" width="1081" height="1330" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg 1081w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-244x300.jpg 244w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-832x1024.jpg 832w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-768x945.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-83x102.jpg 83w" sizes="auto, (max-width: 1081px) 100vw, 1081px" /></a></h1>
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		<title>Por que o vazio sanitário de 2026 é o momento mais importante para blindar a produtividade da soja?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ioeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:39:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O vazio sanitário da soja não é apenas uma pausa obrigatória para a defesa fitossanitária de nossas lavouras; ele representa o momento mais estratégico do ano para o produtor rural. Agora, enquanto vivenciamos o vazio sanitário de 2026, as decisões tomadas nos escritórios e nas sedes das fazendas ditarão o ritmo e o sucesso da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>O vazio sanitário da soja não é apenas uma pausa obrigatória para a defesa fitossanitária de nossas lavouras; ele representa o momento mais estratégico do ano para o produtor rural. Agora, enquanto vivenciamos o vazio sanitário de 2026, as decisões tomadas nos escritórios e nas sedes das fazendas ditarão o ritmo e o sucesso da próxima janela de plantio. E, nesse planejamento, um fator se consolida como o grande divisor de águas entre a média e a alta produtividade: a tecnologia embarcada na semente.</h1>
<h1>A semente há muito deixou de ser apenas um grão que vai germinar na terra. Hoje, ela é o primeiro e mais importante grande investimento do produtor. Ela carrega o potencial máximo da lavoura. No entanto, para que todo esse potencial genético se expresse, especialmente diante de um clima cada vez mais instável e com distribuições de chuvas irregulares, a semente precisa de proteção. É aqui que o Tratamento de Sementes Industrial (TSI) deixa de ser um luxo para se tornar uma necessidade fundamental.</h1>
<h1></h1>
<h1>Ao planejar a safra de soja de 2026/2027, o produtor precisa colocar na balança os chamados &#8220;custos invisíveis&#8221; do tratamento on-farm (feito na fazenda). O hábito de tratar sementes na propriedade, muitas vezes visto como uma forma de economia, esconde gargalos operacionais gigantescos. Quando o agricultor opta pelo tratamento manual, ele consome horas-máquina, desloca mão de obra (que está cada vez mais escassa e cara) e assume o risco da manipulação direta de defensivos agrícolas altamente tóxicos. O TSI elimina, de imediato, o risco de intoxicação da equipe e a complexa logística de tríplice lavagem e devolução de dezenas de embalagens vazias.</h1>
<h1></h1>
<h1>Além da segurança e agilidade, afinal, a semente chega pronta para o abastecimento direto na plantadeira, a palavra de ordem do TSI é precisão. Os equipamentos industriais modernos possuem o nível de precisão de uma máquina de hemodiálise, garantindo a dose exata de ingrediente ativo por unidade de semente. Isso evita tanto a subdosagem (que deixa a planta desprotegida) quanto a superdosagem (que pode causar fitotoxidez e prejudicar o funcionamento de plantadeiras de alta tecnologia pelo excesso de pó e grafite).</h1>
<h1></h1>
<h1>Outro ponto crítico no planejamento atual é a revolução dos insumos biológicos. O uso de microrganismos vivos para proteção e estímulo das plantas cresce exponencialmente. Contudo, misturar biológicos e químicos em uma betoneira ou equipamento simples na fazenda é um convite à &#8220;incompatibilidade de calda&#8221;, onde um produto acaba anulando a eficácia do outro. Na indústria, cada molécula e microrganismo passa por testes rigorosos de laboratório para garantir a compatibilidade e a sobrevivência dos agentes biológicos até o momento em que a semente tocar o solo.</h1>
<h1></h1>
<h1>No fim das contas, a legislação exige apenas 80% de germinação, mas o que realmente define o arranque inicial perfeito é o vigor, a verdadeira força da semente para superar o estresse climático e nascer de forma uniforme. Um bom TSI atua como um escudo protetor desse vigor.</h1>
<h1>Sabemos que o mercado da agricultura passa por oscilações e que o instinto em épocas de margens apertadas e preços voláteis das commodities é cortar custos. No entanto, o investimento na qualidade da semente e em sua proteção inicial é o que sustentará a rentabilidade lá na frente. Abrir mão da semente tratada industrialmente é comprometer o teto produtivo antes mesmo do trator ir a campo.</h1>
<h1>O agricultor brasileiro é, por natureza, um otimista confiante. Ele investe seu capital debaixo da terra, a céu aberto, torcendo pela chuva no momento certo. Mas o clima nós não controlamos. O que podemos e, devemos, é controlar o manejo. Que neste vazio sanitário de 2026 o planejamento seja feito com foco na eficiência. Fazer a nossa parte, com a melhor tecnologia, agilidade operacional e sementes de alto vigor tratadas industrialmente, é o caminho mais seguro para uma colheita farta e rentável.</h1>
<h1><em>Guilherme Lopes é agrônomo formado pela Universidade de Rio Verde (Goiás) e gerente sênior de Produção de Sementes de Soja e Portifólio na Sementes Goiás.</em></h1>
<h1>Fonte: ioeste</h1>
<h1>Oferecimento:<a href="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-141640" src="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg" alt="" width="1081" height="1330" srcset="https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados.jpg 1081w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-244x300.jpg 244w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-832x1024.jpg 832w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-768x945.jpg 768w, https://ioeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/criativo-capachos-bahia-personalizados-83x102.jpg 83w" sizes="auto, (max-width: 1081px) 100vw, 1081px" /></a></h1>
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