Na prática, a nutrição de precisão impacta diretamente o desempenho animal e os resultados econômicos. Mendes exemplifica que, “ao comparar duas dietas para animais em confinamento durante o período de engorda, sendo uma baseada na análise real da forragem utilizada e a outra usando valores genéricos de um banco de dados, o resultado revelou que a forragem continha 5 pontos percentuais a mais de NDT (uma unidade de energia digestível do alimento). Com isso, ajustar a dieta com a quantidade correta de energia resultou em uma economia de cerca de R$ 35 por cabeça em 100 dias, além de reduzir o período de cocho, diminuir o consumo de matéria seca, aumentar o ganho de peso e melhorar a conversão alimentar. Desta forma é possível aumentar a produtividade, reduzindo custos e desperdícios, para elevar a rentabilidade”.