Enquanto o Brasil renova recordes de produção e exportação, o setor entra em 2026 diante de um gargalo silencioso, mas crítico, o risco da produção cresce em velocidade maior do que a cobertura de seguro disponível no país. Eventos climáticos extremos mais frequentes, exigências de rastreabilidade e pressão por regularidade de entrega estão tornando a lavoura brasileira mais exposta financeiramente – inclusive para bancos, cooperativas, tradings e seguradoras.
Ao mesmo tempo, o seguro rural brasileiro ainda enfrenta entraves estruturais como processos manuais, lentidão na emissão de apólices, dificuldade de análise de risco territorial e baixa eficiência na subscrição, o que limita a expansão do crédito e da proteção ao produtor.
Para comentar esse novo cenário e explicar por que o seguro agrícola virou um gargalo estratégico do agro, indico Vitor Ozaki, CEO da Picsel, primeira insurtech brasileira 100% especializada em seguro agrícola.
O executivo pode comentar:
– Por que o Brasil vive hoje um apagão de cobertura de seguro rural justamente no momento de maior expansão do agro
– Como eventos climáticos extremos e exigências internacionais estão elevando o risco financeiro da produção
– Por que a lentidão e a baixa precisão da subscrição travam crédito e investimentos no campo
– Como o uso de dados históricos, geográficos e inteligência de risco pode reduzir perdas, ampliar cobertura e acelerar a emissão de apólices
– De que forma seguradoras já conseguem emitir apólices em minutos e melhorar a sinistralidade usando tecnologia
A Picsel é a primeira insurtech brasileira 100% especializada em seguro agrícola. Com tecnologia autoral e um banco de mais de 30 anos de dados históricos, a empresa desenvolveu uma plataforma white label que cobre toda a jornada do seguro rural com precisão, agilidade e inteligência de risco. Em testes com seguradoras, seu modelo digital reduziu o tempo de emissão de apólices de 15 dias para 5 minutos e melhorou a sinistralidade em pelo menos 20%.
Fonte: ioeste
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