Mudança para o sistema e troca dos garrotes pelos bezerros permitiu evoluir o rebanho de 5.000 para 10.000 cabeças, com maior rapidez de giro.
Animais são agrupados por faixa de peso, para viabilizar uma escala de abate. Foto: Caique Brilhante
Por Ariosto Mesquita
Dentre várias decisões tomadas pela produtora Luciana Moura Guimarães (50 anos), duas foram notadamente marcantes para pavimentar a trajetória da Fazenda Jamaica, em Presidente Médici (RO), nos últimos 12 anos: a substituição da recria/engorda tradicional pela terminação intensiva a pasto (TIP), em 2014, e a troca da do garrote pelo bezerro, em 2020. “O rebanho evoluiu, saindo de mais ou menos 5.000 cabeças para quase 10.000, atualmente. O abate anual, antes na casa dos 2.600 bois, hoje se aproxima de 5.000”, conta Luciana, que é graduada em administração e se diz “segura” por agora ter “controle total sobre a operação, com maior volume e giros mais rápidos”.