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Alta eficiência
Segundo Mota, nos últimos anos o perfil dos investimentos também mudou. Se antes a potência da máquina era um dos principais critérios de compra, hoje o mercado busca equipamentos mais inteligentes, conectados e eficientes.
“As novas tecnologias embarcadas permitem maior precisão nas operações, economia de combustível, melhor aproveitamento de insumos e mais conforto para o operador. São ganhos que impactam diretamente no custo final da produção”, destaca.
Outro segmento que deve continuar em alta com a abertura das linhas de crédito é o da irrigação. Para Kristyan Mota, diante da irregularidade climática observada nas últimas safras, investir em sistemas irrigados deixou de ser apenas uma alternativa para se tornar uma estratégia de gestão de risco.
“A irrigação oferece maior estabilidade produtiva e permite ao produtor enfrentar períodos de déficit hídrico com muito mais segurança. Hoje ela representa não apenas proteção da lavoura, mas também aumento do potencial produtivo e maior previsibilidade de resultados”, explica.
Para o CEO da Brasmáquinas, o período de lançamento do Plano Safra também deve ser aproveitado para que o produtor faça um diagnóstico completo da propriedade antes de contratar financiamentos.
“Vale a pena avaliar a idade da frota, os custos de manutenção, o consumo de combustível e os gargalos operacionais. Quando o investimento é planejado, os resultados aparecem na produtividade, na redução dos custos e na competitividade da fazenda”, conclui.
Plano Safra
O Plano Safra é a principal política pública de crédito rural do país e reúne linhas de financiamento voltadas ao custeio da produção, comercialização e investimentos no setor agropecuário. Além do crédito para custeio, o Plano Safra contempla investimentos em máquinas e equipamentos, sistemas de irrigação, armazenagem, inovação e outras tecnologias voltadas ao aumento da produtividade e da competitividade no campo.
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